quarta-feira, 14 de março de 2018

Próximas Iniciações de Reiki em Americana

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Iniciação Nível 1 - 17 e 18/03/2018 das 15 as 19hs

Iniciação Nível 2 - dia 21 das 15 as 19hs e dia 22/04/2018 das 14 as 20hs

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domingo, 8 de janeiro de 2017

Iniciação de Reiki em Socorro e Americana - Nível 1 e Nível 2 - 2018








Iniciação de Reiki em Americana
com Master Lucia Premal


Reiki Nível 1

Dias 27 e 28/01 das 15 as 19hs - (sábado e domingo)

Dias 06 e 07/02 das 18 as 22hs - ( terça e quarta)



Reiki Nível 2

20 e 21 de janeiro em Socorro-SP - Projeto Mandala(sábado e domingo)

23, 24 e 25 de janeiro em Americana-SP
(Terça, quarta e quinta das 18 as 22hs)




para iniciantes e reciclagem 

Ver orientações abaixo
  

Informações e Inscrições:  19 9 9148 0697 (watsap) 


ou pelo email:  lpremal@gmail.com

Local em Americana: Rua dos Lírios, 117 - Jd São Pedro

O curso confere Apostila e Certificado

a vaga será reservada mediante pagamento de
50% do valor do curso, para o nível 1
e 25% para o nível II,
que poderá ser realizado através depósito bancário.

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O nosso tempo só pede que coloquemos o nosso Dharma em movimento,

isto é, aquilo que temos de melhor, que é o nosso presente para o mundo...



O Reiki é Energia Universal de grande benefício para este momento...

onde, enquanto doamos o nosso melhor,

também meditamos e fazemos as nossas preces...


E hora de colocar o AMOR EM MOVIMENTO!


Namaste!!


Orientações Gerais:

O Iniciante fará uma alimentação leve nos 3 dias que antecedem a Iniciação.
Se puder, abster-se de carnes em geral, ovo, álcool, açúcar e temperos fortes com alho e cebola, e farinha branca.

Para o dia da Iniciação

Usar roupas leves e confortáveis de cores branca ou claras
A alimentação neste dia será bem pouca e leve, café da manhã reforçado e
durante o dia, com frutas, sucos sem açúcar, legumes e grãos integrais (se assim for possível). 

Contribuição para Iniciação Nível 1 - R$  150,00
                                        Nível 2 - R$  250,00

Reciclagem do Nível 1 - 80,00 (iniciados por Master Premal)
Reciclagem do Nível  2 - 150,00  (iniciados por Master Premal)







 "O Amor é o solvente Universal"  



quarta-feira, 12 de outubro de 2016

O que acontece no cérebro durante uma aplicação de Reiki?

Uma pesquisa realizada pelo Dr. Robert Becker e Dr. Jonh Zimmerman, na década de 1980, investigou os efeitos que algumas terapias, como Reiki, causam nas pessoas enquanto praticam. A investigação revelou que os padrões de ondas cerebrais de praticantes e receptores se tornaram sincronizados no estado Alfa, ou seja, estado de profundo relaxamento e meditação. E o mais surpreendente é que perceberam também que pulsam em uníssono com o campo magnético da Terra, conhecida pela ciência como a Ressonância Schuman – 7.86 Hz.
A investigação revelou que o campo biomagnético das mãos dos praticantes é 1000 vezes maior do que o normal, e não como um resultado da corrente interna do corpo.
Toni Bunnell (1997) sugere que a ligação dos campos de energia entre o profissional e a frequência do campo eletromagnético da terra permite ao praticante canalizar essa vibração, através da ressonância Schuman. O Prof. Paul Davies e Dr. John Gribben em “O Mito Matéria” (1991), discutiram este tema ligado ao conceito de quantum e visão física de um “universo vivo” em que tudo está conectado em uma teia de interdependência energética”. Tudo isso promove a experiência subjetiva de “unidade” e “expansão de consciência” relacionado por aqueles que recebem o Reiki regularmente ou até mesmo fazem o autotratamento.
Zimmerman (1990), nos EUA, e Seto (1992), no Japão, investigaram a pulsação do campo biomagnético que é emitido das mãos de praticantes de Reiki, enquanto estes estavam aplicando em seus pacientes. Eles descobriram que os pulsos estão nas mesmas frequências, como as ondas cerebrais, de 0,3-30 Hz, com foco principalmente em 7 – 8 Hz, estado alfa. Uma investigação médica independente, demonstrou que esta gama de frequências estimulava a cicatrização no corpo, com frequências específicas sendo adequados para diferentes tecidos. Por exemplo, 2 Hz encoraja a regeneração do nervo e o o crescimento ósseo 7 Hz, na reparação de ligamento 10Hz, e 15 Hz formação capilar. Com base nesses princípios, a tecnologia ultra-som é comumente usada para limpar artérias obstruídas e desintegrar pedras nos rins. Além disso, tem sido conhecida há muitos anos que a colocação de uma bobina elétrica em torno de uma fratura que se recusa a consertar vai estimular o crescimento ósseo e reparação. Becker explica que ‘ondas cerebrais’ não estão confinados ao cérebro, mas circulam por todo o corpo através do sistema perineural, as bainhas de tecido conjuntivo envolvendo todos os nervos. Durante o tratamento, estas ondas emitem pulsos no tálamo do cérebro do praticante, reunindo forças cumulativas que fluem para os nervos periféricos do corpo, incluindo as mãos. O mesmo efeito se reflete na pessoa ao receber o tratamento, e Becker sugere que é este sistema, mais do que qualquer outro, que regulamenta a reparação de lesões e reequilíbrio dos sistemas biológicos do corpo. Isso destaca uma das características especiais do Reiki (e terapias similares) – que tanto o profissional e o cliente recebem os benefícios de um tratamento, o que torna muito eficiente.
Além disso, parte da popularidade crescente do Reiki é que ele não impõe um conjunto de crenças, e pode, portanto, ser usado por pessoas de todas as crenças religiosas e filosofias. Esta neutralidade o torna particularmente apropriado para um ambiente de tratamento médico-psicológico.
Fonte: Greice Peplau

domingo, 14 de agosto de 2016

NEUROCIENTISTA DA HARVARD: MEDITAÇÃO NÃO APENAS REDUZ ESTRESSE, ELA MUDA O SEU CÉREBRO

Postado por  da Mandala Escola 

Sara Lazar, neurocientista do Hospital Geral de Massachusetts e da Escola de Medicina de Harvard, foi uma das primeiras cientistas a aceitar as subjetivas reinvindicações a respeito dos benefícios da meditação e atenção plena e a testa-los com o uso de tomógrafos computadorizados. O que ela encontrou a surpreendeu – que a meditação pode, literalmente, mudar seu cérebro. Ela explica:

Porque você começou a prestar atenção para a meditação, atenção plena e o cérebro?

Eu e uma amiga estávamos treinando para a maratona de Boston. Tive algumas lesões por esforço e procurei um fisioterapeuta, que me disse para parar de correr e apenas fazer alongamentos. Então comecei a praticar ioga como forma de fisioterapia. Percebi que era muito poderoso, que eu tinha benefícios reais, então fiquei interessada em saber como funcionava.
A professora de ioga usou de vários argumentos, dizendo que a ioga iria aumentar a compaixão e abrir o coração. E eu pensei: “ok,ok,ok, estou aqui para alongar”. Mas comecei a perceber que eu estava mais calma. Estava mais apta a lidar com situações mais difíceis. Estava mais compassiva e com o coração mais aberto, e capaz de ver as coisas pelo ponto de vista dos outros.
Pensei, talvez fosse apenas uma resposta placebo. Mas então fiz uma pesquisa bibliográfica da ciência, e vi evidências de que a meditação havia sido associada à diminuição do estresse, da depressão, ansiedade, dor e insônia, e ao aumento da qualidade de vida.
A essa altura, estava fazendo meu PhD em biologia molecular. Então simplesmente resolvi mudar e comecei a fazer essa pesquisa como um pós- doutorado.

Como você fez essa pesquisa?
O Primeiro estudo avaliou meditadores de longa data versus um grupo controle. Descobrimos que os meditadores de longa data tem a massa cinzenta aumentada na região da ínsula e regiões sensoriais do córtex auditivo e o sensorial. O que faz sentido. Quando você tem atenção plena, você está prestando atenção à sua respiração, aos sons, a experiência do momento presente, e fechando as portas da cognição. É lógico que seus sentidos sejam ampliados.
Também descobrimos que eles tem mais massa cinzenta no córtex frontal, o que é associado à memória de trabalho e a tomada de decisões administrativas.
Já está provado que nosso córtex encolhe à medida que envelhecemos – se torna mais difícil entender as coisas e se lembrar das coisas. Mas nessa região do córtex pré-frontal, meditadores com 50 anos de idade tinham a mesma quantidade de massa cinzenta que pessoas de 25 anos.
Então a primeira pergunta foi, bem, talvez as pessoas com mais massa cinzenta no estudo já tivessem mais massa cinzenta antes de terem começado a meditar. Então fizemos um segundo estudo.
Pegamos pessoas que nunca tinham meditado antes, e colocamos um grupo deles em um programa de oito semanas de atenção plena com foco na redução de estresse.

O que você descobriu?

Descobrimos diferenças no volume do cérebro depois de oito semanas em cinco regiões diferentes dos cérebros dos dois grupos. No grupo que aprendeu meditação, encontramos um aumento do volume em quatro regiões:
  1. A diferença principal encontramos no giro cingulado posterior, o qual está relacionado às lembranças e auto- regulação.
  2. O hipocampo da esquerda, o qual dá suporte ao aprendizado, cognição, memória e regulação emocional.
  3. A junção temporoparietal, ou JTP, à qual está associada a tomada de decisões, empatia e compaixão.
  4. Uma área do tronco do cérebro chamada de Ponte, onde muitos neurotransmissores reguladores são produzidos.
amigdala, a parte do cérebro responsável pelo instinto de ataque ou fuga, e que é importante nos aspectos da ansiedade, medo e estresse em geral. Essa área ficou menor no grupo que participou do programa de oito semanas de atenção plena com foco na redução de estresse.
A alteração na amigdala também foi associada a uma redução nos níveis de estresse.

Então por quanto tempo alguém precisa meditar até que comece a ver mudanças no seu cérebro?
Nossos dados mostram mudanças no cérebro após apenas oito semanas. Em um programa de atenção plena com foco na redução de estresse, nossos pesquisados participaram de uma aula por semana. Eles receberam uma gravação e foram solicitados a praticar por 40 minutos por dia em casa. E foi assim.

Então, 40 minutos por dia?

Bem, foi altamente variável no estudo. Algumas pessoas praticaram 40 minutos todos os dias. Algumas praticaram menos. Algumas apenas umas duas vezes na semana.
No meu estudo, a média foi de 27 minutos por dia. Ou em torno de meia hora por dia.
Ainda não existem dados suficientes sobre quanto alguém precise praticar para se beneficiar.
Professores de meditação lhe dirão, apesar de não existir absolutamente nenhuma base científica para isso, que comentários de estudantes sugerem que 10 minutos por dia podem trazer benefícios subjetivos. Ainda precisamos testar.
Nós estamos apenas começando um estudo que, com grande esperança, nos permitirá acessar quais são os significados funcionais dessas mudanças. Estudos de outros cientistas mostraram que a meditação pode melhorar a atenção e a habilidade de regular a emoção. Mas a maioria dos estudos não foi com neuroimagens. Então agora estamos esperançosos em trazer o aspecto comportamental e a ciência da neuroimagem para trabalharem juntos.

A partir do que já sabemos da ciência, o que você encorajaria os leitores a fazer?

Atenção plena é similar a um exercício. É uma forma de exercício mental, na realidade. E assim como o exercício melhora a saúde, nos ajuda a administrar melhor o estresse  e promove longevidade, a meditação se propõe a partilhar alguns desses mesmos benefícios.
Mas, assim como o exercício, não pode curar tudo. Então, a ideia é de ser útil como uma terapia de apoio. Não é uma coisa em separado. Já foi usado com muitos outros distúrbios e os resultados variam tremendamente – impactam alguns sintomas, mas não todos.  Os resultados são às vezes modestos. E não funciona para todos.
Ainda está muito cedo para se tentar concluir o que a meditação pode ou não fazer.

Então, sabendo-se das limitações, o que você sugeriria?

Lazar: Parece sim ser benéfico para a maioria das pessoas. A coisa mais importante, se você for tentar fazer, é encontrar um bom professor. Porque é simples, mas também é complexo. Você precisa entender o que está acontecendo na sua mente. Um bom professor não tem preço.

Você medita? E você tem um professor?

Sim e sim.

Que diferença fez em sua vida?

Tenho feito isso por 20 anos, então tem uma influência profunda em minha vida. Dá muito “chão” (ancoragem). Reduz o estresse.  Me ajuda a pensar mais claramente. É maravilhoso para interações interpessoais. Tenho mais empatia e compaixão pelas pessoas.

Qual a sua prática pessoal?

Altamente variável. Alguns dias pratico 40 minutos. Alguns dias cinco minutos.  Alguns dias não pratico nada. É muito parecido com exercício. Exercitar-se  três vezes por semana é maravilhoso. Mas se tudo o que você pode fazer é se exercitar um pouquinho todos os dias, isso também é uma coisa boa. Tenho certeza de que se praticasse mais me beneficiaria mais. Não tenho ideia se estou tendo mudanças no meu cérebro ou não.  E é isso que funciona para mim nesse momento.
Texto original: Brigid Schulte
Tradução: Joann Schaly
Sara Lazar: http://scholar.harvard.edu/sara_lazar

Ler mais: http://www.psicologiasdobrasil.com.br/neurocientista-da-harvard-meditacao-nao-apenas-reduz-estresse-ela-muda-o-seu-cerebro/#ixzz4HKR5l81h

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Dez mudras têm o poder de curar

Dez posições com as mãos que têm o poder de curar

Você sabia que suas mãos têm um poder de cura que tem sido usado durante séculos?


Dez posições com as mãos que têm o poder de curar

Mudras são posições das mãos usadas para influenciar a energia de seu corpo físico, emocional e espiritual.

Os mudras têm sido usados no Oriente há milhares de anos e foram praticadas por muitos líderes espirituais, incluindo Buda. Hoje, os mudras ainda são usados ​​em yoga e meditação.

Às vezes, podemos inconscientemente colocar nossas mãos em posições mudra sem sabê-lo, e outras vezes nós usamos para ajudar a canalizar e estimular a energia.


 

 

 1.) Gyan Mudra (Mudra do Conhecimento):Dez posições com as mãos que têm o poder de curar

A ponta do dedo indicador toca a ponta do polegar, enquanto os outros dedos permanecem retos.

Benefícios: Melhora o conhecimento, estimula a pituitária e glândulas endócrinas; aumenta a memória, ajuda a meditação, previne a insônia, e pode melhorar o humor e trazer clareza.

Prática: A qualquer momento, sentado, em pé ou deitado na cama.


 

2.) Prithvi Mudra (Mudra da Terra): Dez posições com as mãos que têm o poder de curar

A ponta do dedo anelar toca o polegar enquanto os outros dedos permanecem em linha reta para fora.

Benefícios: Reduz deficiências físicas e espirituais, pode aumentar a força da vida, pode ajudar a limpar a pele, e promover a funcionalidade do corpo.

Prática: A qualquer hora.


 

3.) Varuna Mudra (Mudra da Água): Dez posições com as mãos que têm o poder de curar

A ponta do dedo mindinho toca o polegar enquanto os outros dedos permanecem em linha reta. Benefícios: Ajuda a equilibrar a emoção, ajuda a reter água, ajuda a aliviar a prisão de ventre e cólicas, e também pode ajudar a regular os ciclos menstruais e condições hormonais.

Prática: 15 minutos três vezes por dia.



4.) Vayu Mudra (Mudra do Ar): Dez posições com as mãos que têm o poder de curar

O polegar é colocado sobre o dedo indicador enquanto o resto dos dedos permanecem retos.

Benefícios: Ajuda a acalmar uma mente ansiosa, acalma a voz tensa, pode ajudar a diminuir o stress e ajuda a reduzir a impaciência e a indecisão.

Prática: 10 a 15 minutos, três vezes por dia.


 

5.) Shunya Mudra (Mudra do Vazio):Dez posições com as mãos que têm o poder de curar A ponta do polegar pressiona o dedo do meio para baixo, enquanto o resto dos dedos ficam para cima.

Benefícios: Reduz a fadiga, pode ser altamente eficaz para dores de ouvido, ajuda a restaurar a confiança, e aumenta a cognição mental.

Prática: 40-60 minutos por dia - para dor de ouvido, 4-5 minutos.


 

6.) Surya Mudra (Mudra do Sol):Dez posições com as mãos que têm o poder de curar

Dobre o dedo anelar sob o polegar, enquanto o resto dos dedos permanecem em linha reta.

Benefícios: Ajuda a estimular a glândula tireóide, ajuda na perda de peso e reduz o apetite. Estimula a digestão, ajuda a aliviar a ansiedade e stress e ajuda a guiá-lo para o seu propósito.

Prática: 5 a 15 minutos, duas vezes por dia.


 

7.) Prana Mudra (Mudra da Vida):Dez posições com as mãos que têm o poder de curar

O dedo anelar e mindinho dobram para alcançar o polegar, enquanto o indicador e o dedo médio permanecem apontados diretamente para cima.

Benefícios: Melhora a força da vida, ajuda a fortalecer a mente, corpo e espírito, ajuda nas tomadas de decisões, melhora a imunidade e motivação, ajuda a melhorar a visão e reduz a fadiga.

Prática: A qualquer hora.


 

8.) Apana Mudra (Mudra da digestão):Dez posições com as mãos que têm o poder de curar

O dedo médio e anelar são dobradas sob o polegar enquanto o mindinho e o dedo indicador ficam voltados para cima.

Benefícios: Ajuda a regular o sistema excretor, ajuda a desintoxicar e estimular os movimentos intestinais;  alivia a prisão de ventre e hemorróidas.

Prática: 45 minutos por dia


 

9.) Apana Vayu Mudra (Mudra do coração):Dez posições com as mãos que têm o poder de curar

O dedo indicador dobra-se para tocar a base do polegar, enquanto a curva do dedo médio e anelar tocam a ponta do polegar. O dedo mindinho permanece esticado.

Benefícios: Estimula a cura do coração, ajuda a proteger fisicamente o coração, e também pode ajudar a reduzir  gases e azia.

Prática: 15 minutos, duas vezes por dia.


 

10.) Linga Mudra (Mudra de calor):Dez posições com as mãos que têm o poder de curar

Entrelace os dedos das duas mãos, mas mantenha o polegar da mão esquerda apontando para cima. Leve o polegar direito a envolver o polegar esquerdo para que ele toque o dedo indicador da mão direita.

Benefícios: ajuda a estimular calor no corpo, ajuda a reduzir o catarro e congestão nasal; é bom para fortalecer os pulmões e ajuda a revigorar e equilibrar o corpo.

Prática: A qualquer momento, porém sem excessos.



Publicado em 07/07/2015
http://www.espiritualesuniversi.com/Dez-posicoes-com-as-maos-que-tem-o-poder-de-curar#

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Como tomar decisões ?

Prem Baba - "Como posso saber o que é da minha mente e o que é do meu coração?"



Pergunta do participante: Eu tive um maravilhoso gostinho de sincronicidade no retiro de silêncio. As perguntas passavam pela minha cabeça e eram respondidas pelo mundo interno ou externo. Agora estou aqui precisando decidir coisas, mas me sinto um pouco perdida. Tomar decisão é sempre um lugar onde minha mente me pega e me traz confusão. Como posso saber o que é da minha mente e o que é do meu coração? Quando ficar passiva ou quando devo fazer algo? Algumas coisas precisam ser decididas e requer alguma ação da minha parte, por exemplo: devo ir para casa como eu planejei ou devo estender a minha viagem? Você pode clarear em como lidar com a tomada de decisão?

Prem Baba: Essa é uma questão realmente significativa, pois a todo instante estamos diante da necessidade de tomar alguma decisão. Estamos trabalhando para que toda a decisão seja tomada a partir da presença; para que a consciência amorosa possa fazer a escolha, mas nem sempre é possível estar nessa presença, até porque determinadas circunstâncias rebaixam a consciência.

Quando você está em um campo de prece, a consciência se expande e você pode facilmente ouvir o coração ou estar atento às sincronicidades. Atento aos sinais que é a forma como o Universo conversa com você, porque ou o Universo responde suas questões através da sua intuição, ou através de sinais claros do mundo externo. Mas requer um determinado estado de atenção para poder ler tais sinais, e dependendo das circunstâncias essa atenção é roubada.

Você não consegue perceber esses sinais, mas também porque muitas vezes você não tem mesmo o conhecimento necessário para poder te guiar nestas passagens.

Observe que sempre que existe a necessidade de fazer uma escolha, aquele lugar que realmente é onde você deve ficar tem uma luz, ele irradia uma luz. O caminho para aquela direção, que é a direção que você deve seguir, tem uma rara luminosidade, uma luz que você pode perceber com os seus sentidos físicos; pode perceber até mesmo com os seus olhos físicos.

Percebe que tem um brilho diferenciado, as cores ficam mais vivas e essa luminosidade ativa uma alegria; ativa um conforto. Ativa um “bom” dentro de você que é quase como um magnetismo te levando naquela direção. Isso significa que ali tem algo para você aprender.

Às vezes, você não está em condição de perceber essa diferenciação porque a consciência está muito rebaixada, e então nesse momento você vai fazer uso da oração: “Por favor, me mostre”. Joga cara ou coroa e arque com as consequências, porque faz parte do aprendizado.

Essa percepção da luminosidade, que são as setas que indicam o caminho, vai se tornando cada vez mais pronunciada; cada vez mais fortalecida na medida em que você vai purificando o seu coração. Todo o trabalho que temos feito aqui são para acordar os valores, os valores da alma; são justamente para abrir este canal da intuição.

Estamos nos movendo em direção à fonte eterna do amor. Eu tenho chamado este lugar dentro de nós mesmos de coração. O coração é um símbolo que representa a totalidade, a realidade maior de quem somos. Estamos nos movendo em direção a esta realidade maior de quem somos. A intuição é a voz que vem desta fonte; é a voz do silêncio; é a voz do coração. Então, nós estamos limpando o caminho para poder chegar à Fonte.

Eu estou propondo que a gente trabalhe limpando seis vias de acesso; proponho trabalhar para desenvolver honestidade, auto responsabilidade, dedicação, serviço, gentileza e beleza. Eu tenho dito que estas vias nos levam até os três principais portais do templo: o perdão, a gratidão e a fé. Através desses portais a gente entra no centro onde está o amor e a liberdade; onde está a paz e a prosperidade.

Durante esses dias eu quero retomar estes pontos com vocês, porque é uma forma bem objetiva e prática de trabalharmos, para podermos nos mover dentro da esfera de cura, e consequentemente poder ativar a lembrança de quem somos.

Eu tenho dito que a fase zero do processo é o cultivo do silêncio. Ele tem o objetivo de desenvolver principalmente concentração, porque a concentração é a base para a experiência da meditação.

Para meditar, se faz necessário relaxamento e concentração. Eu considero que o relaxamento é mais fácil de ser experienciado. A concentração requer algum esforço, porque a mente é um poder que está desgovernado há muito tempo, e até que você possa governá-la novamente, faz-se necessária a disciplina.

Eu tenho ensinado várias maneiras para você desenvolver concentração, várias formas para você abrir o espaço da experiência da meditação, sendo que a mais simples de todas é você estar fazendo um minuto de silêncio antes das principais atividades do dia.

Pelo menos cinco minutos de silêncio divididos em cinco períodos de um minuto. E aqueles que já podem dar mais, vão dando mais até chegar naquilo que eu considero que seja o ideal, que são duas horas de meditação por dia. Uma de manhã e uma à noite. Você vai evoluindo e crescendo nesta prática concentrado na respiração, focando no vazio – vazio e respiração, respiração e vazio.

Eu quero poder transmitir de uma forma bem didática, como você pode evoluir neste caminho do coração. Partindo da fase zero que é o cultivo do silêncio, desenvolvendo concentração e trabalhando nas vias de acesso à fonte eterna. Começando com a honestidade, com a auto responsabilidade que são as duas principais virtudes, que sem elas nada é possível dentro do caminho da auto realização. Sem essa disposição para a honestidade e para a auto responsabilidade não é possível evoluir nem que seja um milímetro. Tudo o que se adquire que não passa pela honestidade e auto responsabilidade é ilusório.

É muito fácil se enganar neste mundo, muito fácil. A única forma de você identificar se de fato você está evoluindo, é se está deixando de repetir padrões negativos; se você está deixando de atrair situações negativas que você já conhece. Você já vem lutando conscientemente para interromper.

Essa é uma forma muito boa de você checar. E obviamente verificar se o medo está diminuindo; se você está podendo se doar de forma realmente desinteressada; se está podendo ouvir o coração; podendo ter relações transparentes; ser espontâneo, sentir o gosto da liberdade. São várias coisas que podem te ajudar a perceber se você está realmente evoluindo nesta jornada.

Então, voltando para a questão: quando você não consegue de maneira alguma ter clareza, eu sugiro que você não tome uma decisão, que você não faça nada até que esta clareza chegue. Mas quando envolve prazo, quando você está sob a lei do tempo do relógio e precisa tomar uma decisão, e mesmo tendo feito uso da oração e não obteve resposta, siga o que já estava designado. Não se deixe levar pelo arrependimento.

A escolha é uma das questões mais delicadas deste mundo. É através das escolhas que nós nos movemos e ao mesmo tempo parece um grande paradoxo, porque dependendo da escolha que você faz, você descobre que independente dessa escolha, as coisas acontecem do jeito que tinham que acontecer.

Porque parece que estava tudo designado; que tinha um plano bem traçado. E parece que o sofrimento é justamente quando você evita fazer a parte que lhe cabe dentro deste jogo. Parece que a escolha está a serviço de nos levar para aonde a gente tem que ir, mas muitas vezes fazemos o uso equivocado deste poder de escolha, e é por isso que você está preocupada. Você quer justamente evitar fazer um uso equivocado deste poder de escolha, mas às vezes a única maneira de você encontrar o caminho certo “é errando”; é escolhendo o “caminho errado”; “é se permitindo errar.” Claro que é louvável você querer escolher “o caminho certo”, até porque nesta altura da jornada você já sabe que existem dois tipos de karma: um que te libera e outro que te aprisiona.

Então, será que esta escolha está te levando em direção à liberdade, ou será que ela está te aprisionando ainda mais? Quem está escolhendo é a sua consciência amorosa, ou é o medo ou o ódio dentro de você? A escolha é uma ação, ou uma reação? Quem em você está escolhendo? Quem em você quer ficar? Quem em você quer ir? Claro que se é o falso ‘eu’ que está fazendo a escolha, se é o medo e o ódio que estão fazendo a escolha, você está se aprisionando ainda mais, mesmo que esta escolha pareça a mais maravilhosa das possibilidades, porque essa maravilhosa possibilidade é só uma fantasia criada pelo falso eu. Quem em você está escolhendo?

Trabalhe para se mover conscientemente, mas não se cobre quando isso não é possível. Não se culpe e não se puna quando isso não é possível, até porque a escolha errada também está certa, pois ela está te ensinando a enxergar coisas que antes você não enxergava; está ampliando a sua capacidade de discernir. Está te dando elementos para você poder fazer uma diferenciação, a ponto de você enxergar a luminosidade do caminho certo; de você realmente acordar a percepção em um nível tal que não tem mais como ter dúvidas. Porque você olha para um lado e olha para o outro – o lado que não é para você ir, porque é o lado que vai gerar karma que te aprisiona, está sem luz; está no escuro. Está lhe dando sinais claros que não é para você ir. Tem feras no caminho, tem serpentes. E o outro caminho tem uma luminosidade. Uma luminosidade que te inspira.

Durante um determinado estágio aquele ‘eu’ que está viciado na confusão e no sofrimento, muitas vezes, gera uma confusão na sua mente e você acaba até achando que está vendo uma luz naquela direção que não é para você ir.

Você acredita que está vendo uma luz, assim como você acredita que está vendo alguma coisa errada no caminho que é para você seguir. Essa é uma ilusão de ótica criada pelo falso eu. Criada pelo eu sofredor. Neste caso você vai precisar errar. Vai ter que aprender através dos seus erros. Vai ter que cair e se levantar, olhar por que você caiu, e aprender a realmente a diferenciar; aprender a discernir o falso do real.

Na dúvida pergunte, pergunte para mim dentro de você. Eu estou sempre disposto a lhe responder. E às vezes, a luminosidade está realmente equilibrada para os dois lados, e neste caso realmente tanto faz você ir para a esquerda ou para a direita. Se você vai para a direita, nunca vai saber como seria se tivesse ido para a esquerda.

Se você vai para a esquerda, nunca vai saber como teria sido se tivesse ido para a direita. E aí você precisa aprender a deixar, como deixar ir o passado. Escolheu a direita, esqueça a esquerda, porque se você escolheu ir para a direita e diante dos primeiros desafios você começar a se lamentar, aí você está realmente em uma situação difícil, porque dependendo de onde você está nesta escolha, não tem como voltar mais.

Dependendo até dá e você dá meia volta e ok, eu errei e dá um balão e volta, mas dependendo de onde você está não dá mais para voltar. Porque em cada escolha, você vai criando uma rede de karmas, e então você precisa aprender a renunciar a outra possibilidade e ir renovando a presença. É aqui que eu estou. Aqui e agora. O que passou, passou.

A culpa é um veneno que vai minando toda a sua força. Um dos elementos da culpa é o crítico interno, que te critica por ter feito uma escolha errada por isso e por aquilo. São elementos utilizados pelo eu idealizado, que cobra de você uma perfeição que você não tem para dar.

Então, você escolheu o caminho? Relaxe e siga em frente para ver onde ele desemboca. É uma aventura. E uma das premissas para você viver essa aventura é realmente acordar a sabedoria da incerteza. Você tem que abrir mão do controle, mas isso é uma passagem para o seu aprendizado. Você está no caminho para aprender a como ouvir o seu coração.

Isso é possível em todos os estágios da jornada. Agora mesmo, por exemplo, eu tive que escolher participar ou não do Festival Internacional de Yoga, porque eu estou com uma agenda muito apertada e eu tive que escolher não ir. Aí encontrei o Muniji e ele disse: “Então vamos pelo menos lá no Arati. Se não pode ir e dar um satsang no Festival, pelo menos vai e faz o Arati, leva o pessoal para jantar”. E a balança está realmente 50% x 50%. Quem tem uma moeda aí? Estou falando sério. Chegou uma moeda aqui. Então, cara – eu vou, e coroa – eu não vou. Aí eu me concentro no Maharaji que ele é a luz na minha vida, ele me guia. Três vezes: 1- Deu coroa (não). 2- Deu coroa de novo e então eu não vou. (risos).

Parece brincadeira, mas é verdade. Eu estou no limite, com muito trabalho e eu tenho que fazer algumas escolhas. Eu amo o Muniji, eu amo estar junto, mas às vezes tenho que saber se não é demais. Mas como eu sei que se eu forço um pouquinho, eu consigo fazer, fiquei na dúvida: Vou ou não vou? Então, é uma forma de resolver.

Claro que dependendo de como você utiliza este recurso você pode ficar pensando: Será que é isso mesmo? E joga de novo. Você pode ficar nisso muito tempo. Então, tomada a decisão, você tem que se entregar para essa decisão e lidar com as consequências. Tenha a confiança de seguir a sua jornada, mesmo correndo o risco de errar.

Eu disse que escolhi não participar do Festival de Yoga deste ano, mas ano que vem pode ser. Escolhi não participar do Arati hoje, mas amanhã, quem sabe?

Abençoado seja cada um de vocês. Que o amor e a sabedoria iluminem seus passos.

Até o nosso próximo encontro.

Namaste. 


Autor: Prem Baba